sábado, 26 de julho de 2008

Livro reúne coleção incrível de listas curiosas, bizarras e divertidas






Você sabia que William Bonner está na lista dos homens que já choraram em público? Conhece a lista das 15 melhores dicas para sobreviver a um naufrágio? Sabe listar as estrelas de cinema que se apaixonaram em cena? As dez maiores controvérsias das olimpíadas? E os criminosos mais estúpidos?

Se você ficou curioso para conhecer essas listas, está na hora de divertir-se com o "O Livro das Listas - Uma Coletânea das Informações Mais Curiosas do Mundo", título da editora Record.



Best-seller mundial com mais de oito milhões de cópias vendidas em todo o planeta, o livro reúne as melhores listas sobre TV, cinema, música, esportes, artes, animais, sexo, amor, casamento, dinheiro, trabalho, crimes e muitos outros assuntos!
Nenhuma publicação reúne tantas listas como "O Livro das Listas". Algumas são divertidas, outras bizarras e outras mais estranhas que a ficção!
O grande segredo do sucesso do livro é que ele não só apresenta as listas, mas conta as histórias por trás de cada uma delas, reunindo informação e diversão na dose certa!
Edição brasileira tem conteúdo próprio
As milhares de curiosidades foram compiladas durante mais de três décadas pelos autores norte-americanos David Wallechinsky e Amy Wallace.



E todas as listas foram atualizadas para essa nova edição do livro, que traz listas exclusivas para o Brasil elaboradas por Priscila Arida, autora de "Oh! Dúvida Cruel". O resultado é que essa é a maior e melhor edição brasileira do livro, com 464 páginas!
Se você é curioso e gosta de listas, vai divertir-se com esse livro fascinante!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Operação Dragão (1973 Trailer)

O último filme (completado) de Bruce Lee antes de sua morte, “Enter the Dragon” (título original) foi o primeiro a ser produzido por um grande estúdio de Hollywood. Lee interpreta um lutador que concorda em participar de uma competição para espionar um grande criminoso.

Kingston anuncia pen drive dos guerreiros chineses de terracota


Para comemorar o ano das Olimpíadas na China, a Kingston anunciou uma pen drive com design inspirado nos guerreiros chineses de terracota.Chamado de DataTraveler Terra Cotta USB Drive, o dispositivo de memória flash tem 4 GB de capacidade de armazenamento. A velocidade nominal de leitura é de 15 MB/s e a de escrita é de 7MB/s. A pen drive traz um software para criptografia e controle de informações por senha.O acabamento é dourado e vem com uma imagem de um dos guerreiros. Só não se sabe o porquê da Kingston vender as pen drives dos guerreiros chineses apenas no Japão, um histórico rival do país. Guerreiros de TerracotaEm 1974, um camponês que vivia na zona rural da cidade de Xian, interior da China, encontrou algumas estátuas enterradas ao tentar perfurar um poço. Elas eram feitas de terracota, material parecido com argila.Ninguém imaginava, no entanto, que daquelas poucas estátuas, arqueólogos descobririam um complexo de 20 mil metros quadrados. No total, foram encontrados 7 mil estátuas de guerreiros, alinhados em posição militar. O complexo na verdade era uma túmulo do imperador Qin Shi Huang Di, que viveu no ano de 211 a.c. As estátuas foram feitas para proteger o imperador em sua passagem para "a outra vida".

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Coleção inédita conta a história do automóvel


A mais completa obra que já se fez no Brasil sobre a evolução do automóvel e a sua mobilidade está sendo lançada nas grandes redes de livrarias de todo o país. Autoria do jornalista e engenheiro automotivo José Luiz Vieira, trata-se de uma coletânea em três volumes sob o título “A História do Automóvel – a Evolução da Mobilidade”, lançada pela Editora Alaúde. O primeiro volume narra a evolução do automóvel e da mobilidade desde a pré-história, com o advento da roda, até o ano de 1908. Contempla mais de 600 fotos e ilustrações inéditas distribuídas ao longo das 424 páginas. Teve inicialmente uma tiragem de 3.500 exemplares, já esgotados na editora, e uma reimpressão imediata de 3.000 exemplares. O segundo volume, com lançamento previsto para dezembro, dá continuidade à história do automóvel, desde o ano de 1908 até 1950. E o terceiro e último volume, que estará nas livrarias em abril do ano que vem, detalha os mais recentes fatos da história do automóvel, compreendendo o período de 1950 a 2000, focando as modernas e sofisticadas linhas e equipamentos produzidos pela indústria automotiva mundial. José Luiz tinha uma sala repleta de material e fotos, colhidas ao longo de cinco décadas de trabalho sobre automóveis. Como ele mesmo diz: “fui convencido a dar uma utilização adequada a este material todo”. Daí, surgiu a idéia de condensar todo este acervo e editar a coleção. Para poder juntar esse material, José Luiz contou com as informações de arquivos e site nacionais e internacionais, e um expressivo apoio da indústria automobilística. Os leitores poderão encontrar o primeiro volume da obra nas maiores redes de livrarias do país, como a Cultura, Fnac, La selva, Saraiva, Siciliano, entre outras, em todo o Brasil. O valor de aquisição é de R$108,00 por exemplar. A edição conta com o apoio da Citroën, Dana, Delphi, Fiat Automóveis, General Motors, IMC Internacional, Mercedes-Benz e Volvo.

Chiclete e cigarro podem dar cadeia em Cingapura


CINGAPURA - Um ato que faz parte do cotidiano do brasileiro, muita vezes ligado a um desejo infantil, pode acabar em cadeia em Cingapura, cidade onde a Seleção Brasileira vai realizar um período de treinamentos para os Jogos Olímpicos de Pequim.
Na cidade-estado asiática, é terminantemente proibido vender chicletes.
- Somos obcecados por limpeza, como você pode ver. A lei existe para que ninguém jogue chiclete nas ruas, afirma o motorista Robbie Ho, 43 anos.
O dono do estabelecimento que infringir a legislação vai preso.

Já quem jogar um chiclete no chão trazido de outro país, por exemplo, pode pagar multa de mais de R$ 8 mil. O valor vale para turista ou habitante de Cingapura, não tem como escapar.
Para quem não vive sem uma goma de mascar e acha que pode "driblar" a lei e jogar o chiclete no chão, câmeras de vigilância "entregam" os infratores à polícia. São praticamente duas a cada cem metros, espalhadas por postes, sinais de trânsito e fachadas de lojas.
- Não há privacidade em Cingapura, esse é o lado ruim daqui. No entanto, a cidade é limpa, não há sujeira, violência ou pobreza, lembra Robbie Ho.
Outro hábito comum no Brasil e que pode literalmente custar caro em Cingapura é o de fumar. Na verdade, não há problema em dar tragadas em público. O problema é oferecer um cigarro a um colega.
- As pessoas podem te pedir cigarros, mas jamais ofereça. Se for pego, você terá de pagar US$ 200 (cerca de R$ 320) em multa, diz o motorista, que dirige um luxuoso carro com um bibelô de Buda, adornado com uma pena de pavão no painel.
- É para oferecer harmonia aos passageiros que transporto.
Outro item curioso no local é o trânsito. Os volantes dos carros em Cingapura - ex-colônia inglesa - ficam no lado direito do veículo. Como a mão das ruas é invertida, a atenção deve ser redobrada na hora de atravessar uma via. Mas também é preciso cuidar do bolso.
- Não atravesse fora da faixa de pedestres. É multa na certa, afirma Ronnie Ho.


Fonte JB OnLine

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Festival reproduz o Japão no Pavilhão Imigrantes



Arte japonesa encantou milhares de pessoas neste domingo.

Milhares de pessoas passaram o domingo (20/07/08) como se estivessem no Japão. Um festival de cultura no Pavilhão Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo, tinha feira livre. Horta a preços camaradas e, às vezes, só para quem entendia do assunto.
No local, laranja podia ser chamada de champão, uma variedade bastante conhecida pelos japoneses. Mexerica tinha o nome de dekopon. E a nova variedade, mais doce e menos ácida, tem o nome de kinsei.

Para quem estava com pressa de matar a fome, no local também podiam ser compradas bandejinhas de bento, comida pronta, e manju, doce de feijão e conservas que só a comunidade conhece.
Saiba mais

Sucesso também fizeram os amuletos japoneses: os omamorís. Graças a eles, muita gente acredita que pode ter fortuna e amor, proteção em casa e no trânsito. Leques, espadas de samurais e o gatinho da sorte, o manekinekô, que acena a patinha para chamar o cliente e bons fluidos. Teve também a massagem rápida, e o shiatsu, com pequenos toques.
Na área das crianças, muita diversão. Porquinhos e gatinhos de plástico que se mexiam com os pés. Também dava para fazer oniguíri, o bolinho de arroz gohan em formatos que as crianças adoram.
Origami e esculturas de papel também estavam espalhados por todo lado. Até quem nada tem de oriental levou sua arte em origami modular. Esculturas de bichos brasileiros e um dinossauro com 25 mil pedaços de papel reciclado dobrado seis vezes cada um.

Fonte:G1

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Objetos pessoais de James Brown são Leiloados em NY




Padrinho do soul morreu no Natal de 2006, aos 73 anos.
Preço dos objetos varia de US$ 200 a US$ 30 mil.









Objetos pessoais do cantor James Brown foram leiloados em Nova York. A coleção tem as marcas da rebeldia e irreverência do rei do soul e do funk. O músico foi um homem de muitos apelidos: "Mister Dinamite", "o homem que trabalha mais duro no show business", "o patrão" e até "máquina do sexo". Mas o mais conhecido era "o chefão do soul". O soul, ou música da alma, é um gênero criado pelos negros americanos nos anos 50 - com origem na música religiosa e no blues. Um estilo repleto de gritos e gestos exagerados para conquistar o público – um gênero que chegou ao auge com James Brown. Mas ele não se limitou ao soul. Criou o funk e acabou sendo o maior inspirador do hip hop. A extravagância nas roupas, no cabelo, foi explorada por seu maior discípulo, Michael Jackson. Tanto que a música popular americana se divide entre antes e depois de JB. O cantor morreu em 2006, aos 73 anos. E, agora, estão indo a leilão mais de 300 peças que incluem os prêmios que ele ganhou ao longo da carreira, móveis de gosto duvidoso e as roupas multicoloridas que só Brown teria a coragem de usar no palco. Sapatos e botas, chapéus e 83 pares de óculos escuros fazem parte da coleção que foi leiloada.

Armario Phantasma!

Verdade? Truque? Farsa?
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A vingaça do skate! Muito Boa.


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sábado, 19 de julho de 2008

Fabricação de um Katana Samurai!


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Irmã de Ronaldinho!


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A Origem Do Jeans



No auge da corrida do ouro e conquista do oeste americano, por volta de 1850, muitos comerciantes aproveitavam para vender os produtos usados na mineração e exploração, como ferramentas, mantimentos, roupas e lonas.

A lona era o produto mais lucrativo e logo todos passaram a comercializá-la.

Foi aí que Levi Strauss, um mercadante com um grande estoque de lonas, com dificuldades de vendê-las procurou outra aplicação para o produto.

Ele observou que devido a grande exigência física no trabalho das minas, os mineradores tinham que substituir freqüentemente as roupas utilizadas, e isso lhes custava caro.

No início foi tudo uma experiência. Levi Strauss confeccionou duas ou três peças reforçadas com a lona que possuía, deu-as aos mineradores e o sucesso foi imediato. Altamente resistente, as peças não estragaram com facilidade.

Estava criado o jeanswear, o estilo reforçado de confecção, o qual foi originalmente destinado a roupas de trabalho.

A Origem da palavra jeans

A raiz da palavra jeans foi notada pela primeira vez em 1567 como Genoese ou Genes, um termo usado na descrição das calças dos marinheiros da cidade de Gênova/Itália. Os rebites de reforço foram patenteados em 1873 por Levi Strauss e Jacob Davis. Tachinhas de cobre foram utilizadas para dar uma maior resistência aos bolsos que não estavam resistindo ao peso colocados neles. Os pontos críticos das calças foram reforçados, tornando-as mais duráveis.
A partir de então, cada vez mais os trabalhadores utilizavam o jeans para exercer suas tarefas mais árduas e de exigência física. Entretanto, o jeans só passou a ser utilizado no dia-a-dia, já no século XX.
Com o surgimento no cinema, encabeçado por James Dean e Marlon Brando, a roupa começou a associar-se ao conceito de juventude rebelde, conquistando este público.
Cowboys do asfalto com suas Harley-Davidsons aterrorizavam a Califórnia. Elvis Presley em 1957 já usava seu jeans, e desde então rock e jeans são inseparáveis.
Novas modelos como Marilyn Monroe e Jayne Mansfield também usavam jeans apertado para mostrar como uma trabalhadora tradicional poderia ser sexy.
Há o aparecimento do movimento hippie e eles adoravam o jeans, pois não era caro e era funcional. Jaquetas e calças jeans viraram febre para uma juventude independente que se reunia e celebrava seu estilo de vida em festivais de rock como Woodstock e Monterey .
O jeans só chegou a conquistar o restante da população após a proliferação social do seu conceito como roupa despojada e do cotidiano, sem perder seu charme e elegância. Consagravam-se os gigantes do Jeans, como Levi's, Lee e Mustang. Calvin Klein foi o primeiro estilista a colocar o jeans na passarela. Foi já na década de 70 e isso provocou os mais conservadores. Mesmo assim foi seguido pelos demais estilistas da época e o jeans definitivamente conquistou seu espaço na sociedade.
A comodidade e praticidade que o jeans proporciona, aliadas a sua fácil manutenção foram definitivos para sua fixação como vestuário básico. Numa época em que estamos cada vez mais sem tempo livre esses fatores são fundamentais.
Percebe-se também a introdução e continuidade do jeans nos ambientes de trabalho mais formais, em escritórios, grandes empresas e instituições financeiras, principalmente após a instituição da sexta-feira como o "Casual Day" e muitas vezes a abolição total da obrigatoriedade do uso de terno e gravata.

Ginastica do Jean no Jeans

Pottermaníacos

Um minúsculo teaser de Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince) agora está na rede. A prévia, sem imagens, se limita à voz de Michael Chabon como Dumbledore: "Mais uma vez devo pedir-lhe que faça o impossível, Harry".

quarta-feira, 16 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Belo Horizonte vai ganhar primeiro templo budista


Foto:Templo budista de Konomineji, no Japão


No ano em que se completam 100 anos da imigração japonesa ao Brasil, Belo Horizonte recebe a notícia de que pode ganhar, em breve, seu primeiro templo budista, filosofia oriental que surgiu há cerca de 2.500 anos e que vem conquistando cada vez mais seguidores. O templo será dedicado ao zen-budismo, uma das mais de 20 escolas do budismo no mundo. Segundo a Associação Cultural Oriente Ocidente, organização sem fins lucrativos que reúne adeptos do zen-budismo na capital mineira, os recursos para a obra já foram conseguidos através de doações de templos japoneses. Para concretizar-se, o projeto precisa apenas da doação de um terreno. O vice-presidente Gustavo Mokusen informa que diversas propostas de terreno já estão sendo avaliadas, na regiões da Pampulha e Centro-Sul. “Ainda estamos estudando todas as possibilidades, mas acredito que em dois ou três meses teremos definido o local”, explica. O budismo é uma tradição milenar que surgiu por volta do ano 500 A. C., no Nepal, através dos ensinamentos deixados por Siddharta Gautama, o chamado Buda histórico. A filosofia se difundiu por diversos países do Oriente, como Índia, China, Coréia e Japão e hoje tem seguidores por diversas partes do mundo. Em Belo Horizonte, a Associação Cultural Oriente Ocidente estima que há cerca de 5 mil praticantes e simpatizantes.Segundo os budistas, a prática busca a realização máxima do ser humano, através da iluminação e do despertar espiritual


Fonte - Alexandre Vaz - Portal Uai


foto - Yuriko Nakao/Reuters

Igreja para fumantes!


Café transforma-se em igreja para fumantes

Para fugir à proibição do fumo em recintos fechados, o dono de um café em Amesterdão, Holanda, vai consagrar o seu estabelecimento como a "A Igreja Única e Universal dos Fumadores de Deus".
A santa trindade venerada na "igreja" será "o fumo, o fogo e a cinza", precisou Cor Bush, proprietário do café "Le Tilleul" (A Tília), em Alkmaar, no Norte de Amesterdão, acrescentando que pretende defender "a liberdade religiosa", prevista na Constituição da Holanda, país maioritariamente protestante.
Os fiéis que se juntarem no café serão autorizados a acender um cigarro.
Uma dezena de cafés já se manifestou favorável a esta ideia e, de acordo com Cor Bush, será afixado nas fachadas dos estabelecimentos aderentes um certificado referindo que "a comunidade da igreja dos fumantes é livre de fumar em honra do bom Deus em Paz". A legislação que proíbe, na Holanda, o fumo em bares e cafés entrou em vigor a 1 de Julho.
Fonte: Jornal de Noticias - Portugal

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Hitler decapitado no Museu Taussauds


Um homem de 41 anos foi este sábado detido por decapitar a figura de cera do ex-ditador Adolf Hitler no Museu Tussauds de Berlim, que hoje foi inaugurado na capital alemã.


O responsável pelo incidente vive num bairro de Kreuzberg, conhecido pela sua multiculturalidade, onde o sentido de voto aponta para a esquerda política.


Apesar da figura não poder ser tocada nem fotografada, o homem aproximou-se da figura de cera, o que lhe valeu a repreensão de outro visitante. Mas o habitante de Kreuzber acabou mesmo por arrancar a cabeça de Hitler.


A presença da figura do ditador germânico gerou duras críticas antes da abertura do museu ao público. Os organizadores explicaram que o ditador pertence à História alemã e que a figura mostra a sua época de decadência, encerrado no ‘bunker’ e rodeado pelo som de bombas aliadas.
Fonte: Correio da Manha - Portugal

domingo, 13 de julho de 2008

Saiba como fazer uma caipirinha de saquê


Atenção!
Essa caipirinha de saquê é muuuito gostosa, mas tem um teor alcóolico ainda maior do que com vodka ou cachacha.
Então, você já sabe, né? Se beber, por pelo menos 12 horas, não dirija!


Ingredientes:

1 unidade de limão
1 ramo de manjericão
2 doses de saquê
1 colhere sopa de açúcar Gelo moído


Modo de preparo:


Coloque o manjericão no fundo do copo, junto com o limão e açúcar e amasse-os.Em seguida coloque o saquê e mexa com uma colher para diluir o açúcar.Complete o copo com o gelo moído.


Toque especial:


Acrescente frutinhas picadas para dar um gostinho e uma cor mais descontraída. Morangos ou kiwi são os melhores!

Espaço Zen



Casa Cor Paraná homenageia os 100 anos da Imigração Japonesa.


Na edição especial de 15 anos da Casa Cor Paraná, a arquiteta Karina Kawano e a designer de interiores Denise Maruishi assinam o espaço “Homenagem aos 100 anos da Imigração Japonesa no Brasil”. Para remeter ao Japão, elas usaram um elemento bastante conhecido no Brasil, o origami. “Um grande origami abraça e delimita a construção deste espaço. As paredes e o forro são inclinados e em diferentes ângulos”, conta Denise.


Com 75 m², o ambiente é composto por diferentes referências desta cultura no país. Trata-se de uma releitura contemporânea da tradição nipônica, juntando elementos que já fazem parte do dia-a-dia do povo brasileiro. “Temos uma grande colônia japonesa em Curitiba, com uma cultura já inserida entre os curitibanos, seja em tradições, objetos, referências e culinária”, diz Karina.
Logo na entrada, o origami se destaca através das duas paredes esculturais que delimitam o jardim minimalista, e causa ainda mais impacto quando é notado o contraste entre as paredes inclinadas e os pilares e vigas de madeira instalados de forma reta. O jardim conta com elementos da cultura japonesa como pedra, água e bambus. Já o piso, marcado por blocos em pedra e o espelho d´água, convida o visitante a entrar.


No interior do ambiente, o Espaço Zen, destinado a meditação, é marcado pelo Tori (grande portal), tatami e futon. Além disso, luminárias de papel de arroz (Tyotin) compõem o cenário junto com tecidos variados, criando uma atmosfera intimista. Já a Galeria mostra um pouco da História do centenário através de uma projeção que destaca diversas imagens temáticas. Ao redor, um museu vivo expõe objetos em nichos. As imagens de budas foram usadas no Espaço Meditação para representar a religiosidade do povo oriental.


O espaço também faz alusão à cerimônia do chá, chamada de chanoyu, desenvolvida sob influência do budismo Zen, cujo objetivo é purificar a alma do homem, confundindo-a com a natureza. O chanoyu desempenha um importante papel na vida artística do povo japonês, pois envolve a apreciação do cômodo onde é realizada, o jardim que o circunda, os utensílios utilizados e a decoração do ambiente. Representando a beleza da simplicidade estudada e da harmonia com a natureza, o espírito do chanoyu moldou o desenvolvimento da arquitetura, jardinagem paisagística, cerâmica e artes florais no Japão.

sábado, 12 de julho de 2008

Shuriken - Estrela Ninja


Shuriken é a lâmina que se atira. São chamadas assim todas as armas de arremesso e está entre as 18 disciplinas do Ninjutsu, no Shuriken Jutsu. São divididas em: Bo Shuriken e Hira Shuriken, onde são classificadas de acordo com o grupo, número de pontas e formato.

Significa, "lâmina atrás da mão" ou "lâmina oculta na mão".Shu – mão;Ri – Que também lê-se ura - costas, no meio de, avesso, palma, atrás;Ken – Que também lê-se Tsuguri - sabre, espada, lâmina, adaga.

Bo Shuriken

Bastonete cilíndrico, angular ou plano de diversos formatos.

Classificação:

Hari gata - bastonete ou agulha.
Kugi gata - forma de cravo.
Hogo gata/Te yari gata - forma de lança.
Kunai gata - forma de kunai.
Ryobari gata/Ryohashi tsurugi gata - laminar de duas pontas.
Tanto gata - forma de faca.
Mesu gata - forma de grampo ornamental de cabelo feminino.
Matsuba gata/Enbi ken - forma de pinheiro ou rabo de andorinha.
Negishi Ryu Shuriken - shuriken da Escola Negishi Ryu.
Kogai - utilizado como grampo-de-cabelo japonês
Wari kogai - semelhante a um kogai cortado ao meio; também utilizado como hashi.
Umbari - peça de corte transversal e triangular confeccionada em aço.
Kozuka/Gokatana - pequena faca de uso geral, ou como faca de bolso.

Hira Shuriken

Lâmina plana com mais de três pontas. São conhecidas como "estrelas ninja" no Ocidente, normalmente com três até oito pontas. Muito usadas no Japão antigo, eram usadas para distrair os inimigos, quando atiradas, com o reflexo da luz, elas poderiam fazer com que o oponente prestasse atenção em outra coisa. Ou também eram usadas para acertar alguma parte do corpo, machucando ou sendo letal. Os ninjas também se utilizavam de certos venenos em suas lâminas, para que quando atingisse o oponente, o veneno entrasse na circulação, atrapalhando assim o combate e adquirindo vantagem.

Classificação pelas pontas:

Nipo shaken - 2 pontas
Shiho shaken - 4 pontas
Goho shaken - 5 pontas
Roppo shaken - 6 pontas
Shichi ho shaken - 7 pontas
Happo shaken - 8 pontas
Kuho shaken - 9 pontas
Jippo shaken - 10 pontas
Ju yon po shuriken - 14 pontas

Classificação pela forma

Hangetsu shaken - meia - lua
Hishi gata shuriken - losango
Senban shuriken - quadrado
Juji shaken - cruz
Tsume shaken - garra
Manji shaken - cruz swastika invertida (símbolo budista/xintoísta que representa a boa sorte)
Tatami juji shaken - dobrável com formato aberto de cruz

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Yin Yang - O Equilibrio



Yin Yang é na Filosofia Chinesa uma representação do príncipio da dualidade de Yin e Yang, o conceito tem sua origem no Tao (ou Dao), base da filosofia e metafísica da cultura daquele país. Em chinês este conhecido símbolo que representa a integração de Yin e Yang é denominado como "Diagrama do Tai Chi" (Taiji Tu). Mum

Princípios complementares

Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equilíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
Yin: o princípio passivo, feminino, noturno, escuro, frio
Yang: o princípio activo, masculino, diurno, luminoso, quente.
Também é identificado como o tigre e o dragão representando os opostos.
Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.
Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a Yin como negativo apenas indica que ele é negativo quando comparado com Yang, que será positivo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. (Preto) e (branco) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.
Desde os primeiros tempos, os dois pólos arquetípicos da natureza foram representados não apenas pelo claro e pelo escuro, mas, igualmente pelo masculino e pelo feminino, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo.
Yang, o forte, o masculino, o poder criador era associado ao céu, enquanto o Yin, o escuro, o receptivo, o feminino, o material, era representado pela terra. O céu está acima e esta cheio de movimento. A terra - na antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso. Dessa forma, yang passou a simbolizar o movimento e yin o repouso. No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva, feminina e complexa, ao passo que yang é o intelecto masculino,racional e claro. Yin é a tranqüilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa ação criativa do rei.

Bibliografia

Cooper, J. C. Yin & Yang, a harmonia taoísta dos opostos. Ed. Martins Fontes, SP 1981
Cooper, J. C. Taoísmo. Ed. Martins Fontes, SP 1984
Capra,Fritjof.O Tao da fisica: Um paralelo entre a fisica moderna.Ed Cultrix

Exposição A Arte da Guerra


Museu fará exposição 'A Arte da Guerra' durante as Olimpíadas de Pequim.
Relíquias militares da China, incluindo quatro espadas antigas do país que nunca tinham sido expostas, serão apresentadas ao público.
Oportunidade única para ver quatro espadas antigas da China que pertenciam à monarquia. Durante as Olimpíadas de Pequim, o Museu Militar da Revolução do Povo Chinês organizará uma exposição de antigüidades chamada “A Arte da Guerra de Sun Tzu e relíquias militares”, onde os famosos objetos do exército chinês farão sua primeira aparição pública.

No total, serão 180 itens expostos na mostra em homenagem à obra do estrategista militar Sun Tzu, que foi escrita no século VI a. C.. Entre eles verdadeiros tesouros do país, como 30 faixas de bambu, onde “A Arte da Guerra” foi originalmente escrita, um mapa de guarnição da Dinastia Han do Oeste (206 a.C.-220 d.C.), armas do túmulo do Marquês Yi do Estado de Zeng, tiras de bambu da Dinastia Han, utensílios usados no campo de batalha da Dinastia Han e guerreiros de terracota da Dinastia Tang.

Além da exposição, que terá notas em chinês e inglês, o museu também terá a participação de cinco especialistas na obra, que a interpretarão de uma forma mais simples para o público em geral. A exposição estará aberta entre 22 de julho e 20 de setembro.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Mansão de Bruce Lee pode virar museu


De acordo com informações da Reuters, a antiga residência do ator Bruce Lee ("O Jogo da Morte") poderá se tornar um museu em homenagem às artes marciais. A casa de dois andares no subúrbio de Hong Kong, que agora pertence ao magnata da hotelaria Yu Panglin, chegou a ser colocada à venda. Porém, após negar uma proposta de US$ 13 milhões para vender o imóvel, Panglin decidiu que iria considerar as opiniões da comunidade e de diferentes lados, podendo ainda doar a propriedade se a maioria achar que devemos preservá-la. O empresário agora pretende esperar a ajuda do governo de Hong Kong para poder usar comercialmente o espaço, instalado em uma área residencial e transformar a casa em um ponto turístico. O governo disse que poderia considerar a mudança na espaçosa residência de Bruce Lee. O espaço deve ser transformado em um memorial que incluirá uma biblioteca, um centro de artes marciais e uma sala de cinema. Os fãs residentes em Hong Kong ficaram muito contentes com a idéia, apesar de pouco fazerem para preservar a memória de Lee. Um dos membros do fã clube do ator contou que "a notícia é fantástica porque os fãs e a comunidade não teriam dinheiro para comprar esta propriedade". Bruce Lee, que morreu de forma misteriosa, aos 32 anos, em 1973, estrelou clássicos de luta como "O Dragão Chinês" e "Operação Dragão". Lee é venerado por adeptos das artes marciais e por cinéfilos do mundo inteiro por ter popularizado o kung fu como gênero cinematográfico.


Bianca Lopes

terça-feira, 8 de julho de 2008

Dragão da Sorte!


Qual é o significado do dragão para os chineses?


Na antigüidade, apenas o imperador poderia usar o símbolo do dragão. Ele era considerado o próprio. Hoje esse é o símbolo mais usado para representar a China. O dragão significa poder, transformação. Foi um peixe que se destacou dos demais porque encontrou um obstáculo, e a única maneira de enfrentá-lo seria dar um salto tão alto que poderia colocar a sua própria vida em risco, mas mesmo assim o fez. A sua projeção foi tão alta, que as suas escamas se perderam e nasceram asas para que ele pudesse voar. Seu salto se transformou em vôo e o peixe se transformou em um dragão.


Cristina Lau Chu

Maneki-neko


Na maioria dos lugares japoneses de negócio ou comércio, podem se ver pequenas estatuetas de gatos com a pata elevada. O Manekineko, ou gato da sorte, data do final do período Edo. Ele pode ser de várias cores e com a pata esquerda ou direita ou as duas levantas.

LENDAS SOBRE A ORIGEM DO MANEKINEKO


No Japão existem várias lendas que explicam a origem do Manekineko. As três mais famosas são:


Lenda do templo "Goutokuji"


No início do período Edo (século XVII), havia um templo em Setagaya, Tokyo. O sacerdote do templo tinha um gato, chamado Tama. A situação financeira do templo era bastante ruim, e os monges estavam passando fome. Mesmo assim, Tama sempre tinha o que comer, pois seu dono sempre tentava arranjar um meio de alimentar o gato.
Um dia, Naotaka Ii que era senhor do distrito de Hikone (próximo a Kyoto) estava caçando próximo ao templo quanto iniciou uma chuva forte. Para evitar a chuva, ele correu para debaixo de uma árvore que ficava na frente do templo. Ao olhar para a entrada do templo, Naotaka viu um gato sentado em suas patas traseiras e com uma pata dianteira levantada (como nas estátuas). Ele ficou fascinado com a proeza daquele animal, e resolveu olhá-lo de perto. Assim que saiu debaixo da árvore, esta foi atingida por um raio. Ao perceber que o gato tinha salvo sua vida, Naotaka resolveu entrar no templo para rezar. Ao ver a condição lamentável dos monges, o Samurai deu todo o dinheiro que ele carregava em sua bolsa para os monges (era por sinal uma soma considerável).
Após esse episódio, Naotaka ficou amigo do monge daquele templo. Esse local tornou-se então o templo da família de Naotaka Ii e se tornou bastante próspero. Tudo isso graças ao gato. Para homenagear o gesto de Tama, foi feito uma estátua que se tornou um amuleto de sorte.


Lenda da cortesã "Usugumo"


Durante o período Edo existiam locais para os homens chamados Yuukaku que consistiam de várias casas de entreterimento tendo mulheres chamadas de Tayuu, que eram as anfitriãs principais de tais lugares. Uma das mais famosas casas de entreterimento era Yosiwara em Tóquio.
Na metade do século XVIII, existiu uma Tayuu em Yosiwara cujo nome era Usugumo. Ela eram conhecida por gostar de gatos de estimação, tanto que sempre mantinha seu gato ao seu lado todo o tempo. Uma noite, quando ela queria ir ao banheiro, seu gato pulou em cima dela, agarrando suas vestes. Usugumo tentou tirar o gato, mas este não largava sua roupa. Usugumo gritou por socorro, e o dono da casa correu para ajudá-la. Ele acabou cortando a cabeça do gato como sua espada. Quando a cabeça do gato voou ao chão do banheiro, bateu e matou uma grande cobra que estava aguardando por Usugumo. O gato, na verdade, estava tentando avisá-la do perigo e acabou sacrificando sua vida para proteger sua dona.
Usugumo sentiu-se culpada por ter levado seu gato à morte. Para consolá-la, um de seus clientes a presenteou com uma imagem de um gato. Tal imagem originou o Manekineko.


Lenda da velha mulher (mais comum)


No final do período Edo (século XIX), existiu uma velha mulher que vivia em Imado, Toquio. Ela tinha um gato de estimação que morava com ela. Ela se encontrava em más condições financeiras e não conseguia achar um meio de ganhar dinheiro. Certa vez, sua situação se tornou tão crítica, que ela não mais podia criar e alimentar seu gato. Então ela disse ao gato: "Eu sinto muito, mas eu terei que abandoná-lo pois não tenho mais como criá-lo nesta situação de pobreza".
Naquela noite, a mulher sonhou com o gato. No sonho ele falou: "Por favor, faça uma imagem minha em barro. Com certeza, isso trará boa sorte a você". No outro dia, ao fazer uma estátua de barro de acordo com seu sonho, surgiu uma pessoa que queria comprá-la. Quanto mais a mulher fazia as estátuas, mais pessoas surgiam para comprá-las. Com isso, ela conseguiu ganhar dinheiro e melhorar de vida.

fonte: Super Japan BR

Coruja da Sorte!


A Coruja é um fiel representante da sabedoria e simbolo da vigilancia e visão. Possuir um coruja avasta os maus espiritos e energias negativas. Existe a crença de que uma coruja, para dar sorte e trazer bons fluidos, precisa ser ganha ou achada, nunca comprada.

Elefante Indiano


Muito usado para atrair riqueza e prosperidade. Alguns carregam na bolsa ou chaveiro. O mais comum é ter em casa ou trabalho sobre a mesa. Em geral, ficam de costas para a porta de entrada, pois dizem que nesta posição atrai sorte.

Nefertiti


Nefertiti (c. 1380 - 1345 a.C.) foi uma rainha da XVIII dinastia do Antigo Egipto, esposa principal do faraó Amen-hotep IV, mais conhecido como Akhenaton.

As origens familiares de Nefertiti são pouco claras. O seu nome significa "a mais Bela chegou", o que levou muitos investigadores a considerarem que Nefertiti teria uma origem estrangeira, tendo sido identificada por alguns autores como Tadukhipa, uma princesa do Império Mitanni (império que existiu no que é hoje a região oriental da Turquia), filha do rei Tushratta. Sabe-se que durante o reinado de Amen-hotep III chegaram ao Egipto cerca de trezentas mulheres de Mitanni para integrar o harém do rei, num gesto de amizade daquele império para com o Egipto; Nefertiti pode ter sido uma dessas mulheres, que adoptou um nome egípcio e os costumes do país.
Contudo, nos últimos tempos tem vingado a hipótese de Nefertiti ser egípcia, filha de Ai, alto funcionário egípcio responsável pelo corpo de carros de guerra que chegaria a ser faraó após a morte de Tutankhamon. Ai era irmão da rainha Tié, esposa principal do rei Amen-hotep III, o pai de Akhenaton; esta hipótese faria do marido de Nefertiti o seu primo. Sabe-se que a família de Ai era oriunda de Akhmin e que este tinha tido uma esposa que faleceu (provavelmente a mãe de Nefertiti durante o parto), tendo casado com a dama Tié.
De igual forma o nome Nefertiti, embora não fosse comum no Egipto, tinha um alusão teológica relacionada com a deusa Hathor, sendo aplicado à esposa real durante a celebração da festa Sed do rei (uma festa celebrada quando este completava trinta anos de reinado).

Casamento com Amen-hotep

Não se sabe que idade teria Nefertiti quando casou com Amen-hotep (o futuro Akhenaton). A idade média de casamento para as mulheres no Antigo Egipto eram os treze anos e para os homens os dezoito. É provável que tenha casado com Amen-hotep pouco tempo antes deste se tornar rei.
O seu marido não estava destinado a ser rei. Devido à morte do herdeiro, o filho mais velho de Amen-hotep III, Tutmés, Amen-hotep ocupou o lugar destinado ao irmão. Alguns autores defendem uma co-regência entre Amen-hotep III e Amen-hotep IV, mas a questão está longe de ser pacífica no meio egiptológico. A prática das co-regência era uma forma do rei preparar uma sucessão sem problemas, associando um filho ao poder alguns anos da sua morte.
Nos primeiros anos do reinado de Amen-hotep começaram a preparar-se as mudanças religiosas que culminariam na doutrina chamada de "atonismo" (dado ao facto do deus Aton ocupar nela uma posição central). Amen-hotep ordenou a construção de quatro templos dedicados a Aton junto ao templo de Amon em Karnak, o que seria talvez uma tentativa por parte do faraó de fundir os cultos dos dois deuses. Num desses templos, de nome Hutbenben (Casa da pedra Benben), Nefertiti aparece representada como a única oficiante do culto, acompanhada de uma filha, Meketaton. Esta cena pode ser datada do quarto ano do reinado, o que é revelador da importância religiosa desempenhada pela rainha desde o início do reinado do seu esposo.
No ano quinto do reinado, Amen-hotep IV decidiu mudar o seu nome para Akhenaton, tendo Nefertiti colocado diante do seu nome de nascimento o nome Nefernefernuaton, "perfeita é a perfeição de Aton". Nefertiti passou a partir de então a ser representada com a coroa azul, em vez do toucado constituído por duas plumas e um disco solar, habitual nas rainhas egípcias.
Durante algum tempo defendeu-se que Akhenaton teria introduzido pela primeira vez na história do mundo o conceito do monoteísmo, impondo às classes sacerdotais e populares o conceito de um só deus, o deus do sol, onde o disco solar representava o deus sol que regia sobre tudo na face da terra. Hoje em dia porém considera-se que seria um henoteísmo exacerbado. Nefertiti foi uma mulher de muita garra por ser uma farao rejeitada pelo governo, e ate hoje por sua garra ela é lembrada com muita honrra, pois sua vida nao foi facil!!! Os muitos templos que celebravam os deuses tradicionais do Egito foram todos rededicados pelo rei ao novo deus por ele imposto. Especula-se que esta pequena revolução, entre outros possíveis objetivos, possa ter servido para consolidar e engrandecer ainda mais o poder e importância do faraó. Após o reinado de Akhenaton, o Egito antigo voltaria às suas práticas religiosas politeístas.

Nefertiti em Akhetaton


Akhenaton decidiu igualmente a construção de uma nova capital para o Egipto dedicada a Aton, que recebeu o nome de Akhetaton ("O Horizonte de Aton"). A cidade situava-se a meio caminho entre Tebas e Mênfis, sendo o lugar onde se encontram hoje as suas ruínas conhecido como Amarna. A cidade foi inaugurada no oitavo reinado de Akhenaton. Demorando apenas 3 anos para ficar pronta.
Um talatat (bloco de pedra) de Hermópolis (perto de Amarna) mostra a rainha Nefertiti a destruir o inimigo do Egipto, personificado por mulheres prisioneiras, numa cena que até então tinha sido reservada aos reis desde os tempos da Paleta de Narmer.

Vida familiar

Nefertiti teve seis filhas com Akhenaton: Meritaton, Meketaton, Ankhesenpaaton, Neferneferuaton, Neferneferuré e Setepenré. Pensa-se que as três primeiras filhas nasceram em Tebas antes do sexto ano de reinado e as três últimas em Akhetaton entre o sexto e o nono ano de reinado.
A segunda filha do casal, Meketaton, faleceu pouco antes do décimo segundo ano de reinado, como mostra uma cena que representa Akhenaton e Nefertiti a chorar diante do leito de morte da filha, essa filha teria morrido afogada. Durante o reinado de Akhenaton espalhou-se por todo Egypto uma peste, além de um surto de malária, conhecido na época como "doença mágica" que matou 3 filhas do casal, além de quase ceifar a vida de Tuthankamon.
A família real é representada em várias estelas em cena de intimidade familiar, com Nefertiti a amamentar uma filha ou com o casal a brincar com estas enquanto recebe os raios de Aton, que terminam em mãos com o símbolo do ankh. Trata-se de representações até então não presentes na arte egípcia.

Um aspecto que gera alguma perplexidade nestas representações são os crânios alongados dos membros da família real. Akhenaton, por exemplo, surge em estátuas e relevos como um homem muito diferente da norma e representado fora dos padrões rígidos da cultura milenar da época, exibindo femininos e andróginos, com uma cintura fina, porém com quadris largos e coxas decididamente femininas. Além disso, em várias obras os seus seios são aparentes. A sua face também aparece alongada e com lábios carnudos, femininos e sensuais. Para alguns estas características indicariam que a família sofreria de síndrome de Marfan, enquanto que outros consideram tratar-se de uma mera tendência estética exagerada, que visava criar novos padrões estéticos à semelhança do que tinha acontecido no campo da religião, segundo historiadores, Akhenaton queria mostrar nessas esculturas que somos muito mais que imagens, e pedia para ser retratado dessas formas para escandalizar os co-cidadãos, e também pelo fato de querer mostrar que ele era o "Grande esposo real" de Nefertiti, que assumiu a direção do Egypto como co-regente, deixando Akhenaton livre para ser o sumo sacerdote de Aton, as únicas imagens reais de Akhenaton e Nefertiti foram esculpidas em suas tumbas mortuárias, onde mostram claramente que Nefertiti era a mulher mais bela da época e Akhenaton não tinha os traços dos egípcios conhecidos.
Com Kia, uma esposa secundária, Akhenaton teve dois filhos, Nebnefer, que morreu durante o surto de peste e Tutankhaton que depois que voltou á Tebas foi obrigado a mudar seu nome para Tuthankamon, pois depois da morte de Akhenaton, o Deus Aton, foi proscrito por alguns anos.Kia teria morrido no parto de Tutankhamon, e a mesma serviu apenas para dar a Akhenaton dois filhos homens para continuar o reinado, visto que Nefertiti não conseguia gerar filhos varões.

O desaparecimento da rainha

Nefertiti acompanhou o seu marido lado a lado em seu reinado porém, a certa altura, no ano 12 do reinado de Amen-hotep ela esvanece e não é mais mencionada em qualquer obra comemorativa ou inscrições e parece ter sumido sem deixar quaisquer pistas.
Este desaparecimento foi interpretado inicialmente como uma queda da rainha, que teria deixado de ser a principal amada do faraó, preterida a favor de Kiya. Objectos da rainha encontrados num palácio situado no bairro norte de Amarna sustentam a visão de um afastamento. Hoje em dia considera-se que o mais provável foi o contrário: Kiya foi talvez afastada por uma Nefertiti ciumenta.
Uma hipótese que procura explicar o silêncio das fontes considera que Nefertiti mudou novamente de nome para Ankhetkheperuré Nefernefernuaton. Esta mudança estaria relacionada com a sua ascensão ao estatuto de co-regente. Ainda segundo a mesma hipótese quando Akhenaton faleceu Nefertiti mudou novamente de nome para Ankhetkheperuré Semenkharé e governou como faraó durante cerca de dois anos. Há ainda outra hipótese, como os sacerdotes de Amon não aceitavam o Deus Aton como único do Egipto, eles teriam mandado assassinar Nefertiti pois a consideravam o braço direito de Akhenaton, sua morte teria desestabilizado o faraó que tinha em sua figura o apoio indiscutível para o Projeto do "Deus Único" representado por Aton, cerca de dois anos depois, Akhenaton veio a falecer de forma misteriosa, assim, sua filha primogênita com Nefertiti - Meritaton, foi elevada ao estatuto de "grande esposa real". O seu reinado foi curto, pois segundo historiadores, ela, seu marido e outros habitantes de Amarna na época foram assassinados e proscritos. Restando de sangue real apenas, Tuthankamon então com 9 anos e sua outra irmã Ankhesenamon com 11 anos.
Porém, muitos especialistas acreditam que esta pessoa foi um filho de Akhenaton. Já outros egiptólogos, como o professor David O'Oconnor da Universidade de Nova York (New York University), especulam: Poderia se tratar de amor entre iguais, entre dois homens, dadas as características singulares de Akhenaton?

O busto de Nefertiti

A 6 de Dezembro de 1912 foi encontrado em Amarna o famoso busto da rainha Nefertiti, por vezes também designado como o "busto de Berlim" em função de se encontrar na capital alemã. A descoberta foi da responsabilidade de uma equipe arqueológica da Sociedade Oriental Alemã (Deutsche Orient Gesellchaft) liderada por Ludwig Borchardt (1863-1938). A peça foi encontrada na zona residencial do bairro sul da cidade, na casa e oficina do escultor Tutmés.
O busto de Nefertiti mede 50 cm de altura, tratando-se de uma obra inacabada. A prova encontra-se no olho esquerdo da escultura, que não tem a córnea inscrustrada; Ludwig Borchardt julgou que esta se teria desprendido quando encontrou o busto, mas estudos posteriores revelaram que esta nunca foi colocada para não causar inveja as deusas.
Segundo o costume da época os achados de uma escavação eram partilhados entre o Egito e os detentores da licença de escavação. O busto de Nefertiti acabaria por ser enviado para a Alemanha, onde foi entregue a James Simon, uma dos patrocinadores da expedição. Contudo, a forma como saiu do Egipto é pouco clara e alvo de disputas. Atualmente o Egito alega que Borchardt escondeu a peça, versão contraposta à que alega que os responsáveis pelas antiguidades egípcias não deram importantância ao busto, deixando-o partir. Em 1920 a obra foi doada ao Museu Egípcio de Berlim, onde passou a ser exibida a partir de 1923, tornando-se uma das atrações da instituição.
Até então, as representações conhecidas da rainha, mostravam-na com um crânio alongado, sendo a rainha vista como uma mulher que provavelmente sofria de tuberculose. O busto revelou-se determinante na alteração da percepção da rainha, que muitas mulheres dos anos 30 procurariam imitar em bailes de máscaras.
Durante a Segunda Guerra Mundial a Alemanha retirou as peças dos museus de Berlim para colocá-las em abrigos. O busto de Nefertiti foi guardado num abrigo na Turíngia, onde permaneceu até ao fim da guerra até que o exército americano o levou para Wiesbaden. Em 1956 o busto regressou a Berlim Ocidental.

A alegada múmia de Nefertiti

Em Junho de 2003 a egiptóloga Joanne Fletcher da Universidade de York anunciou que ela e a sua equipe teriam identificado uma múmia como sendo a rainha Nefertiti.
Em 1898 o egiptólogo Victor Loret descobriu o túmulo do rei Amen-hotep II no Vale dos Reis. Como foi o trigésimo quinto túmulo a ser encontrado, este recebeu a designação de "KV35" na moderna egiptologia (King Valley´s 35). Para além da múmia deste rei, encontraram-se onze múmias numa câmara selada do túmulo. Três destas múmias foram deixadas no local, devido ao seu elevado estado de deterioração, tendo as restantes sido levadas para o Museu Egípcio. Duas múmias eram de mulheres e a terceira de um rapaz.
Uma peruca encontrada neste túmulo junto a uma das múmias chamou a atenção de Joanne Fletcher que a identificou com as perucas de estilo núbio utilizadas no tempo de Akhenaton. Para Fletcher, especialista em cabelos, esta peruca foi usada por Nefertiti. Para além disso, o lóbulo da orelha estava furado em dois pontos (uma marca da realeza), com impressões de uma tiara no crânio. A múmia não tinha cabelo o que corresponderia à necessidade de Nefertiti manter o cabelo rapado para poder utilizar a coroa azul e também para proteger-se contra piolhos e o calor do Egito na época retratada.
Contudo, a múmia estava identificada como sendo de uma mulher de vinte e cinco anos, o que torna pouco provável tratar-se de Nefertiti.

Bibliografia

ALFRED, Cyril - Akhenaten, King of Egypt. Thames & Hudson, 1991. ISBN 0500276218
JACQ, Christian - As Egípcias: Retratos de Mulheres do Egipto Faraónico. Porto: ASA, 2002. ("Colecção ASA de Bolso"). ISBN 9724130622.
MONTSERRAT, Dominic - Akhenaten: History, Fantasy and Ancient Egypt. Routledge, 2003. ISBN 0415301866mas

domingo, 6 de julho de 2008

Katana


Katana (pronuncia-se "cataNA", palavra oxítona) é o sabre longo japonês. Surgida no período Muromachi, era a arma padrão dos samurais e também dos ninjas para a prática do kenjutsu, a arte de manejar a espada. Tem gume apenas de um lado, e sua lâmina é ligeiramente curva. Era usada tradicionalmente pelos samurais, acompanhada da wakizashi. A katana era usado em campo aberto, enquanto a wakizashi servia para combate no interior de edifícios, apesar de samurais mais habilidosos usar ambas ao mesmo tempo, uma em cada mão, como o lendário Miyamoto Musashi. O conjunto das duas armas chama-se daisho, literalmente "grande e pequeno", e podia ser usado apenas pelos samurais, representando seu prestígio social e honra pessoal. A difereça entre a katana ninja (Ninja-to) e a katana samurai se da na sua forma, sendo que a ninja tem forma reta e ponta também reta, tendo a lâmina não tão afiada (em razão da pratica do "doku no jutsu" - envenenamento), já a samurai possui uma leve curvatura e ponta semi-curva, muito bem afiada. Isso se dá a diferença de que o ninja carrega sua espada nas costas, portanto um corte vertical de cima para baixo, e o samurai levar sua espada na altura da cintura realizando um corte transversal de baixo para cima ou horizontal.
A espada Katana era muito mais que uma arma, para um samurai, era a extensão de seu corpo de sua mente. Forjadas em seus detalhes cuidadosamente, desde a ponta, até a curvatura da lâmina eram trabalhadas totalmente mão. Assim, os samurais virtuosos e honrados faziam de sua espada uma filosofia de vida. Para o samurai, a espada não era apenas um instrumento de matar pessoas, mas sim uma forma de fazer a justiça e ajudar as pessoas. A espada ultrapassava seu sentido material; simbolicamente, era como um instrumento capaz de "cortar" as impurezas da mente. Além da katana, os samurais portavam um outras espada menor, o Wakizashi. Alguns a usavam para lugares menores, outros usavam-na simultaneamente com a katana dependendo do estilo de luta do samurai. Alguns carregavam um faca para emergências.
Havia ainda um sabre pequeno, chamado tantô. Esta era utilizada não apenas para combates, mas também para o ritual do seppuku (suicídio ritual). A diferença básica entre as três era o tamanho, tendo a katana um comprimento de 60 ~ 90 cm de lâmina (hamon); a wakizashi entre 30 ~ 60 cm; e o tantô com comprimento de cerca de 30cm. Cada espadachim escolhia as espadas de acordo com as suas preferências, tanto em termos de forja quanto em termos de comprimento e curvatura da lâmina.
As medidas das espadas japonesas são referenciadas em shaku (equivalente a 30cm). Qualquer lâmina menor que um shaku é considerada uma tanto, se o comprimento da lâmina for entre um e dois shaku então ela é considerada como uma shoto (é a categoria da wakizachi e kodachi). Se a lâmina possuir um comprimento maior que dois shaku, então ela é considerada como uma katana. Ainda, se a lãmina tiver de quatro a cinco shaku, ela é considerada uma Masamune (katana de três punhos)
Afora estes, existem muitas outras variantes de sabres japoneses.

Esquema de uma katana
Kenjutsu, Kendo, Iaidô e Iaijutsu são as artes marciais comumente associadas ao manejo da katana.

História da Katana


A espada foi a arma mais usada no Japão medieval, principalmente após sua unificação pelo Shogun Tokugawa Ieyasu (início do séc XVII), período de muitos duelos entre samurais. Tão grande era sua importância que foi declarada privilégio exclusivo da classe guerreira em 1588. “A espada é a alma do samurai”, disse Tokugawa Ieyasu.
Um samurai era facilmente reconhecido pelas ruas por portar duas espadas presas ao obi, uma longa, a Katana (de 60 a 90 cm), usada nas lutas em locais amplos, e uma menor, a Wakisashi (de 30 a 60 cm), para espaços fechados (castelos, florestas). O Daishô, nome dado ao conjunto, representava o estatuto máximo dos samurais, simbolizando o orgulho e emblema do guerreiro. Havia uma terceira arma, o Tanto, uma faca fina que ficava escondida e era usada só em emergências.
A história da Katana está ligada à história do Japão e ao desenvolvimento das técnicas de luta. Sua denominação muda conforme o período ao qual as peças pertencem.
Jokoto ano 795
Koto (espadas antigas) 795-1596
Shinto (espadas novas) 1596-1624
Gendaito (espadas contemporâneas) 1876-1953

Jokoto


Durante o período Jokoto (800 d.C.), as espadas usadas eram retas, com fio simples (a Chokuto) ou duplo (Ken) e pobremente temperadas. Não havia um desenho padrão e eram atadas à cintura por meio de cordas. Evidências históricas sugerem que elas eram feitas por artesãos chineses e coreanos que trabalhavam no Japão.

Koto


A partir do período Heian (794-1185), surge o termo Nipponto ou Nihonto, que significava “espada japonesa” (nippon=japão, to=espada). A mudança no estilo de luta criou a necessidade de alteração no seu formato. Não se guerreava mais a pé, mas sim a cavalo. As espadas tornaram-se longas, curvadas, com uma base mais larga e forte e uma ponta bem fina. As espadas desta época são chamadas de Tachi e representam a categoria das antigas espadas ou Koto.
Neste período, as inscrições nas espadas derivavam, de motivos budistas, representando a forte ligação do cuteleiro com a religião e com seu trabalho. Foi criado o método de forjar com a superfície extremamente dura e o núcleo macio.
O período Kamakura (1185-1333), com o Japão sob domínio da classe guerreira, foi considerado a época de ouro da espada japonesa. Muitas espadas consideradas tesouro nacional foram produzidas neste período.
A Katana (a clássica arma dos samurais) surgiu no período Muromachi. Com os feudos em guerra, enquanto os exércitos cresciam, os soldados a cavalo se tornavam mais raros e a força principal vinha daqueles que combatiam a pé. Variando entre 60 a 90 cm no comprimento e com lâmina de largura uniforme, eram mais fáceis de carregar e mais rápidas para sacar.

Shinto


Era Edo. Iniciou-se o governo de Tokugawa e, apesar das armas de fogo já fazerem parte do armamento dos exércitos, as espadas ainda eram produzidas e de forma ainda mais refinada, com a matéria-prima mais acessível e a troca de experiência entre os cuteleiros que passaram a viajar com os exércitos.
A espadas deste período são conhecidas como espadas novas.
Esta fase foi curta, pois com a unificação interna do Japão, foi instituída uma lei proibindo o porte de espadas pelos samurais. Soma-se a isto a inflação e a queda na qualidade do aço produzido, piorando a qualidade das espadas.

Gendaito


Espadas feitas a partir da era Meiji são chamadas de espadas modernas ou Gendaito. Estas foram feitas na maior parte para os oficiais militares japoneses, para rituais e ocasiões públicas. Apesar de possuírem as mesmas formas de uma espada tradicional, não tinham as características principais do artesanato (feito a mão) e do aço não industrial.

Tai Chi Chuan



Tai Chi Chuan

Yang Chengfu na postura do Tai Chi conhecida como Chicote (Tan Pien), c. 1918
O Tai Chi Chuan (em chinês: pinyin: Taiji Quan) é uma arte marcial interna chinesa, categoria nomeada em chinês de neijia.
Este estilo de arte marcial é reconhecido também como uma forma de meditação em movimento. Os princípios filosóficos do Tai Chi Chuan remetem ao Taoísmo e à Alquimia Chinesa. A relação de Yin e Yang, os Cinco Elementos, o Ba Gua (Oito Trigramas), o Livro das Mutações (I Ching) e o Tao Te Ching de Lao Zi são algumas das principais referências para a compreensão de seus fundamentos.
Os textos clássicos do Tai Chi Chuan escritos pelos mestres orientam a:
Vencer o movimento através da quietude (Yi Jing Zhi Dong)

Vencer a dureza através da suavidade (Yi Rou Ke Gang)

Vencer o rápido através do lento (Yi Man Sheng Kuai)

Apesar de ter suas raízes na antiga China, o Tai Chi Chuan é atualmente uma arte praticada em todo o mundo. É apreciado no ocidente especialmente por sua relação com a meditação e com a promoção da saúde, oferecendo aos que vivem no ritmo veloz das grandes cidades uma referência de tranquilidade e equilíbrio.
Os criadores do Tai Chi Chuan basearam sua arte na observação da Natureza - não apenas na observação dos animais, mas no estudo dos princípios da interação entre os diversos elementos naturais.
Como somos parte desta natureza, o conhecimento destes princípios e de como atuam dentro de nós, estudados pela Medicina Tradicional Chinesa, revelam o Tai Chi como uma fonte efetiva de energia que encontra-se em nosso interior, situada na região do corpo nomeada pelos chineses de Dantian Médio.

Guerreiros de Terracota


Guerreiros de Terracota escoltam a chama olímpica


A milenar cidade de Xian, base do poder imperial durante treze dinastias e lar dos guerreiros de terracota, mostrou esplendor e tradição para receber nesta sexta-feira, com honras de chefe de Estado, a tocha olímpica. O mesmo tapete pisado pelos ex-presidentes dos Estados Unidos e Rússia, Bill Clinton e Vladimir Putin, em suas visitas à cidade em 1998 e 2004, respectivamente, foi extendido para o fogo olímpico. Bailarinos com trajes próprios da dinastia Tang e outros vestidos como os guerreiros, mostraram danças tradicionais ao ritmo dos trompetistas de armadura. Tian Liang, ouro olímpico no trampolim em Sydney e Atenas e depois condenado ao ostracismo pelas autoridades desportivas por fazer muitos anúncios publicitários, foi o encarregado de abrir o revezamento entre os 207 carregadores, no percurso de 9,2km. O destaque entre os participantes foi Guo Jie, de 97 anos, que disputou os Jogos de 1936 em Berlim como lançador de disco, ao lado do mítico Jesse Owens. O ex-jogador de basquete Wang Libin, que esteve nos Jogos de Los Angeles e Seul, foi o escolhido para fechar o evento nesta cidade de 3.100 anos de história e que um dia foi origem da Rota da Seda.

sábado, 5 de julho de 2008

Esfinge de Gizé






A grande esfinge de Gizé está situada ao sul do complexo da Grande Pirâmide e perto do templo do vale da pirâmide de Kéfren. Ela é formada por um outeiro rochoso que não fora usado pelos construtores da pirâmide de Kéops na sua busca pela pedra necessária à edificação do monumento e que, na época de Kéfren, foi transformado em um imenso leão deitado com cabeça humana.
A cabeça e a parte anterior do corpo foram cinzeladas na rocha viva, completando-se o corpo e as patas com tijolos. Supõe-se que tenha sido revestida de uma camada de gesso e pintada. Seu comprimento é de 73 metros e 15 centímetros, sua altura de 20 metros e 12 centímetros e a largura máxima da face é de quatro metros e 17 centímetros. Só a boca mede dois metros e 30 centímetros, enquanto que o comprimento do nariz pode ser calculado em, aproximadamente, um metro e 70 centímetros e o das orelhas é de um metro e 32 centímetros. Na cabeça traz um toucado real. Quase nada resta atualmente da serpente Uraeus na testa e da barba no queixo, que eram outros símbolos da realeza do faraó. Pensam os arqueólogos que a face representa o rei Kéfren. Uma imagem, também provavelmente desse faraó, foi esculpida no peito, mas pouquíssimo resta dela.
Entre as patas estendidas do leão, existe uma grande laje de granito vermelho contendo uma inscrição que registra um sonho tido por Tutmósis IV, faraó da XVIII dinastia, antes de ascender ao trono. Conta ela que certa vez, ao caçar, o príncipe resolveu descansar do forte calor do meio-dia à sombra do monumento e adormeceu. Na época a esfinge era idenfificada com o deus-Sol Harmakhis e este apareceu em sonho ao príncipe e prometeu lhe entregar a Coroa Dupla do Egito se ele mandasse retirar a areia que havia quase que totalmente coberto o corpo da esfinge. Embora a inscrição esteja grandemente danificada em sua parte final, pode-se deduzir que Tutmósis IV realizou o que lhe foi pedido e, em recompensa, tornou-se faraó.
A palavra egípcia que designava a esfinge era shesep-ankh, que significa imagem viva, e que os gregos traduziram erroneamente por sphigx, que significa atar, ligar, uma vez que a esfinge é composta por um elemento animal e outro humano ligados entre si.
Na mitologia egípcia — nos esclarece I.E.S.Edwards — o leão frequentemente figura como o guardião dos lugares sagrados. Como ou quando essa concepção surgiu primeiro não se sabe, mas provavelmente data da mais remota antiguidade. Como tantas outras crenças primitivas, foi incorporada pelos sacerdotes de Heliópolis ao seu credo solar, sendo o leão considerado como guardião dos portões do mundo subterrâneo nos horizontes leste e oeste. Na forma de esfinge, o leão retém a função de sentinela, mas lhe são dadas as características humanas do deus-Sol Atum. Uma inscrição, que data de um período consideravelmente posterior ao tempo de Kéfren, põe as seguintes palavras na boca da esfinge:
Eu protejo a capela do teu túmulo. Eu guardo tua câmara mortuária. Eu mantenho afastado os intrusos. Eu jogo os inimigos no chão e suas armas com eles. Eu expulso o perverso da capela do sepulcro. Eu destruo os teus adversários em seus esconderijos, bloqueando-os para que não possam mais sair.
Uma possível razão para a identificação das características do deus-Sol com aquelas do rei morto pode ser a crença heliopolitana de que o rei, após a sua morte, realmente torna-se o deus-Sol. A esfinge gigante representaria, assim, Kéfren como o deus-Sol atuando como guardião da necrópole de Gizé

Velas Decorativas



A vela é o mais simples e mais poderoso instrumento de trabalho. Ela por si só engloba os 4 elementos: terra, fogo, ar e umidade. É a mensageira de nossos desejos, continua por nós nossa vigília. Ela está presente na alegria e na dor, na fé, na devoção e até na cura. É companheira de todas horas! Saiba mais sobre suas cores, seus significados, compreenda sua linguagem e previsões!


A CROMOTERAPIA DAS VELAS SIGNIFICADO DAS CORES

Amarelo:Intelecto, criatividade, unidade, trazendo o poder da concentração e da imaginação para o ritual; feitiços que envolvam confidências, atração, charme, persuasão, aprendizagem, quebrar bloqueios mentais. Em geral para estimular os estudos. Simboliza também a energia solar, ação, inspiração e mudanças súbitas.


Dourado:Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos; beneficia rituais para atrair dinheiro ou sorte rapidamente. Simboliza a energia solar. Poderes divinos masculinos, feitiços e rituais para renovar a negatividade, encorajar, estabilidade e atrair as influências da Deusa.


Azul:Espiritual para rituais que necessitam de harmonia, luz, paz, sonhos, saúde, magia que envolva honra, bondade, tranquilidade, verdade, conhecimento, proteção durante o sono, estabilidade, projeção astral, feitiços que envolvam sonhos proféticos, calma, criatividade, paciência, para estabilidade no emprego, sabedoria, poder oculto, proteção, compreensão, fidelidade, harmonia domestica e paciência.

Índigo:Cor da inércia, para parar pessoas ou situações; use em rituais que requeira um elevado estado de meditação; neutraliza a magia lançada por alguém, quebra maldições, mentira ou competição indesejada. Equilibra o karma. Energia de Saturno. Dia da semana Quinta-feira.

Azul Royal:Promove alegria e jovialidade; use para atrair a energia de Júpiter ou para qualquer energia que você queira potencializar.

Azul Claro: Cor espiritual; ajuda nas meditações de devoção e inspiração; traz paz tranquilidade para casa. Erradia a energia do signo de Aquário; sintetiza as situações. Dia da semana Quinta-Feira.

Branco: É a mistura de todas as cores; alinhamento espiritual, meditação, divinação exorcismo, feitiços que envolvam cura; paz, pureza, alto astral, consagração, clarividência, verdade, força espiritual, energia lunar, limpeza, saúde, poder, totalidade. Em geral para todos os pedidos e quando você não souber a cor correspondente para o seu pedido.

Laranja:Feitiços para estimular energia, alcançar metas profissionais, justiça e sucesso. Em geral para a criatividade.

Marrom:Feitiços para localizar coisas perdidas, para melhorar os poderes de concentração e telepatia, proteção de familiares e animais domésticos, equilíbrio, para rituais de força material; elimina a indecisão, atrai o poder da concentração, estudo, telepatia, sucesso financeiro.

Preta: Para afastar mau-olhado, limpar a negatividade, abre os níveis do inconsciente; usado em rituais para induzir um estado de meditação; simboliza a reversão, desdobramento, discórdia, proteção, libertação, repelindo a magia negra e formas mentais negativas. Atrai a energia de Saturno.

Púrpura ou Roxa:Manifestações psíquicas, cura e feitiços envolvendo poder, idealismo, progresso, quebra de má sorte, proteção, honra, afastar o mal, adivinhação, contato com entidades astrais, energia de Netuno.

Verde:Feitiços que envolvem fertilidade, sucesso, sorte, prosperidade, rejuvenescimento, dinheiro, ambição, saúde, finanças, cura, crescimento, abundancia, generosidade, casamento, equilíbrio e harmonia. Em geral para desejos de cura e sorte.
Dia da semana Sexta-feira.

Verde Esmeralda:Importante componente num ritual venusiano; atrai amor, fertilidade e relação social.

Verde Escuro:Cor ambição, cobiça, inveja e ciúme; coloca as influencias dessas forças em um ritual.

Vermelho:Saúde, energia, potência sexual, paixão, amor, fertilidade, força, coragem, vontade de poder, aumento do magnetismo em um ritual; energia dos signos de areis e escorpião. Para a conquista do medo, preguiça, vingança, atingir metas.

Cinza:Cor neutra; ajuda a meditação; na magia, esta cor simboliza confusão, mais também neutraliza as forças negativas.

Prateado ou Cinza Claro:Feitiços que atraem o poder de influências cósmicas, rituais de honra à deidades do Sol, remove a negatividade e encoraja a estabilidade; ajuda a desenvolver as habilidades psíquicas. Atrai a energia da Grande Mãe. Vitória, meditação, poderes divino feminino.

Jardim Zen


Como fazer um jardim Zen em 10 passos


O jardim Zen como o conhecemos hoje tem as suas raízes no século XIII, mas os princípios que os orientam são tão verdadeiros actualmente como eram ontem. Criar um espaço destes, que se quer tranquilo e esteticamente agradável, é uma experiência tão serena e gratificante como é a sua própria manutenção.
O principal objectivo de um jardim Zen, ou “jardim seco”, é ser um local de meditação e de contemplação. Uma das suas grandes vantagens é que não precisa de muito espaço para criar um – pode ser no exterior da sua casa ou até no interior – o mais importante não é o seu tamanho, mas sim os elementos que o compõem. Na criação do seu primeiro jardim Zen há três aspectos essenciais a considerar: o espaço, a fluidez e a simplicidade.
O primeiro passo é decidir o local e o tamanho do seu jardim Zen, considerando o espaço que tem disponível e o tempo que terá para se dedicar a esta pequena maravilha da natureza. Pode disponibilizar uma parte do seu quintal ou começar por um jardim Zen miniatura que possa colocar em cima da sua secretária, por exemplo. Não se esqueça que o jardim Zen é, acima de tudo, um lugar de paz, por isso, se tiver crianças ou animais de estimação, considere bem a sua localização. Os passos a seguir serão os mesmos, embora a escalas diferentes.
A maioria dos elementos necessários para criar um jardim Zen pode ser adquirida em lojas de jardinagem, de bricolage e de ferragens. O que vai precisar para começar:
Madeira ou um recipiente grande
Pregos, parafusos ou cola para madeira
Ferramentas apropriadas
Material de protecção contra as ervas daninhas
Ancinho
Areia, gravilha, rochas, pedras e outros elementos decorativos
Iluminação
Paciência
Utilizando os tamanhos de madeira adequados, crie o molde desejada para conter a areia e os outros elementos que irão compor o seu jardim Zen. Utilize as placas de madeira compridas para construir uma caixa suficientemente funda para acolher cerca de dez centímetros de areia. Depois de construído o molde – que pode ser quadrado, rectangular ou octogonal – pode pintar ou envernizar a madeira para obter um acabamento mais perfeito. Se a ideia é ter um jardim Zen miniatura, pode construir o seu próprio molde em madeira ou escolher entre uma variedade de recipientes adequados. Se preferir um recipiente em vime, por exemplo, será necessário forrá-lo com um plástico para impedir que a areia se solte.
Os jardins Zen seduzem, principalmente, pela sua limpeza e linhas simples, por isso, se está a construir um no exterior, precisa de proteger este espaço contra as ervas daninhas. Para evitar que as ervas daninhas destruam o seu jardim, forre o molde com plástico preto, com várias camadas de jornais ou uma barreira própria contra ervas daninhas, que pode comprar em lojas especializadas.
Encha o recipiente com areia até cima, colocando uma boa camada no fundo. Utilizando o ancinho, distribua a areia uniformemente. Se quiser, pode juntar gravilha para dar uma maior consistência e equilíbrio à areia. Cada um dos elementos encontrados num jardim Zen tem o seu próprio simbolismo, sendo que a areia e a gravilha representam a água que, por sua vez, simboliza a paz e a tranquilidade da mente e do espírito.
As rochas são peças fulcrais num jardim Zen e simbolizam as montanhas como elemento predominante da natureza. A estas juntam-se pedras decorativas de cores, tamanhos e texturas variadas; pequenos troncos, com ou sem musgo; um elemento verde como uma planta ou um bonsai; estátuas, lanternas, pontes ou elementos com água. O próprio ancinho é muitas vezes uma peça que também decora o jardim. No fundo, pretende-se um cenário visualmente agradável, por isso, experimente com os diferentes elementos, sem encher demais o espaço. Um jardim minimalista vai acentuar a fluidez das linhas e dos objectos.
As rochas e as pedras ficam melhor se as submergir, parcialmente, na areia. Não as coloque no centro do recipiente, mas sim, mais para os lados. Diz-se que para ter sorte, deve utilizar um número de pedras impar, posicionando-as assimetricamente. Os budistas acreditam que cada pedra tem uma “face feliz”, ou seja, examine-as de cada ângulo para determinar o seu “melhor lado”. Tradicionalmente, os arranjos Zens são compostos por cinco grupos de três pedras cada. Faça experiências para ver como gosta mais e não se esqueça que a ideia é manter o jardim o mais simples possível.
As luzes e as sombras emprestam um ar muito peculiar e até misterioso aos jardins Zen, tornando possível a usufruição do espaço à noite. Pode adicionar alguns pontos de luz eléctrica (as lâmpadas coloridas são uma opção interessante) ou velas, para um efeito visual espectacular, principalmente, debaixo das estrelas!
Com recurso ao ancinho “penteie” a areia, formando os mais diversos padrões: um desenho comprido e curvado representa águas agitadas, enquanto que as linhas rectas simbolizam águas calmas. Varie, criando efeitos diversos na areia para poder acentuar diferentes partes do jardim ou para renovar o seu aspecto geral. Altere o seu visual as vezes que quiser!
Agora é só desfrutar do seu jardim Zen – perca-se na sua beleza, enquanto relaxa e medita. O próprio trabalho de manutenção e de experimentação é um poderoso anti-stressante e deve ser divertido. Pesquise e conheça outros jardins para se inspirar e obter novas ideias: adicione ou retire elementos quando quiser, altere os desenhos na areia, adapte o jardim ao seu estado de espírito. Bom proveito!

Anubis - Chacal


Deus com cabeça de chacal (um dos cães selvagens que então eram comuns no Egito), que domina a arte secreta de impedir que os corpos apodreçam. O “Senhor das necrópoles”, como é chamado muitas vezes, encarrega-se de velar os túmulos e introduzir no outro mundo as almas dos defuntos. Sua cor negra, é uma promessa de renascimento. Foi ele quem reconstitui o corpo de Osíris, embalsama-o e envolve-o em bandagens, nas quais Ísis inscreve fórmulas mágicas. Anúbis é quem acompanha Osíris e Thot, numa conquista ao vasto mundo.
Cães sagrados eram dedicados a Anúbis. O chacal, animal que tem o hábito de desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios o deus Anúbis, justamente a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos e patrono do embalsamamento. No reino dos mortos, na forma de um homem com cabeça de chacal, ele era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis.

Sidarta O Buda



O Buda


Sidarta nasceu no ano de 560 aC e era filho de um rei do povo Sakhya que habitava a região da fronteira entre a Índia e o Nepal. Buda viveu durante o período áureo dos filósofos e um dos períodos espirituais mais incríveis da história; foi contemporâneo de Heráclito, Pitágoras, Zoroastro, Jain Mahavira e Lao-Tsé.No palácio, a vida de Gautama era cercada de conforto e paz. Casou e teve um filho, mas vivia totalmente protegido de contato com o exterior, por ordem de seu pai. Uma tarde, fugindo dos portões do palácio, o jovem Gautama viu 3 coisas que iriam mudar sua vida: um ancião que, encurvado, não conseguia andar e se apoiava num bastão, um homem que agonizava em terríveis dores devido a uma doença interna, um cadáver envolvido num sudário de linho branco. Essas 3 visões o puseram em contato com a velhice, a doença e a morte, conhecidas como “as três marcas da impermanência", e o deixaram profundamente abalado. Voltando para o palácio, ele teve a quarta visão: um Sadhu, um eremita errante cujo rosto irradiava paz profunda e dignidade, que impressionou Gautama a tal ponto que ele decidiu renunciar à sua vida de comodidade e dedicar o resto de sua vida à busca da verdade. Abandonando o palácio, ele seguiu de início a senda do ascetismo, jejuando até que se convenceu da inutilidade destas práticas, e continuou sua busca. Durante 7 anos esteve estudando com os filósofos da região e continuava insatisfeito. Por fim, em uma de suas viagens, chegou a Bodh Gaya, onde encontrou uma enorme figueira e tomou a resolução de não sair de lá até ter alcançado a iluminação. Durante 49 dias ele permaneceu sentado à sobra da figueira, em profunda meditação, transcendendo todos os estágios da mente até atingir a Iluminação, um estado chamado nirvana. Desde então foi chamado de Buda (o que despertou) ou Shakyamuni (o sábio dos shakyas). Seus ensinamentos nascidos dessas experiência são conhecidos como o Caminho do Meio, ou simplesmente o dharma (a lei). Do momento em que atingiu o nirvana, aos 35 anos de idade, até sua morte, aos 80, Buda viajou ininterruptamente por toda a Índia, ensinando e fundando comunidades monásticas.Buda ensinou o dharma a todos, sem distinção de sexo, idade ou casta social, em seu próprio idioma, um dialeto do nordeste da Índia, evitando o sânscrito empregado pelos hinduístas e eruditos, que era um símbolo de uma casta que não significava sabedoria, pois os brâmanes tinham cargos hereditários. Costumava recomendar a seus discípulos que ensinassem em suas próprias línguas, de forma que a doutrina foi ficando conhecida emvários países. Suas últimas palavras foram: “A decadência é inerente a todas as coisas compostas. Vivei fazendo de vós mesmos a vossa ilha, convertendo-vos no vosso refúgio. Trabalhai com diligência para alcançar a vossa Iluminação”.